Publicado por: dudesigner | Junho 1, 2009

Microsoft alerta para falha crítica no XP

Brecha no DirectX pode ser ativada com ajuda de arquivos .mov maliciosos.

Por Rodrigo Martin de Macedo

A Microsoft alertou para uma falha crítica recém-descoberta e que afeta seus sistemas mais antigos, entre eles o XP, ainda com uma grande base de usuários. A vulnerabilidade está em um componente do DirectX e pode ser explorada via arquivos de .mov (do QuickTime) com códigos maliciosos.

Uma vez executado, um destes “arquivos armadilha” permitiria ao hacker ganhar o controle do computador e rodar mais malware no sistema comprometido. Segundo o site The Register , o perigo é grande, uma vez que o navegador executa automaticamente
arquivos .mov.

A empresa não divulgou dados a respeito de ataques na falha, mas explicou que a brecha está no DirectShow, uma interface de programação do DirectX que lida com arquivos multimídia, entre eles do QuickTime.

A falha não afeta sistemas mais novos, como Windows Vista, Server 2008 ou Windows 7, esclareceu o site
iTWire .

Usuários do XP e de sistemas mais antigos podem remediar o problema. Uma página (acessível pelo atalho tinyurl.com/lp2oyb ) traz um ícone com o texto “Fix it” (corrigir isto, na tradução) que, quando clicado, resolve a brecha. Até o fechamento desta nota, todavia, a página estava em manutenção.

De acordo com o site The H Security , outra solução seria apagar uma chave no registro do Windows. Clicando em Iniciar > Executar , basta digitar regedit.exe e clicar em OK . A chave a ser apagada é a HKEY_CLASSES_ROOT\ CLSID \{D51BD5A0-7548-11CF-A520-0080C77EF58A} .

Mais sugestões podem ser encontradas, em inglês, pelo atalho tinyurl.com/nrbjpb , na seção Suggested Actions > Workarounds.

www.geek.com.br

Publicado por: dudesigner | Junho 1, 2009

Número de internautas brasileiros cresce 13,6% em um ano.

O número de brasileiros que navegam com frequência na internet cresceu 13,6% entre abril de 2008 e abril de 2009, segundo levantamento do Ibope Nielsen Online. Agora, são 25,5 milhões de pessoas no País com acesso residencial ativo à internet, patamar semelhante ao de março deste ano. De um mês para outro, o Brasil ganhou pouco mais de 3 mil internautas.
O número total de pessoas com acesso à internet, incluindo aquelas que não são usuárias ativas, atingiu 38,2 milhões em abril. O Ibope estima que, no total, 62,3 milhões de brasileiros maiores de 16 anos usem a internet em casa, no trabalho, em escolas, lan houses, bibliotecas ou telecentros.

O País segue na dianteira mundial no número de horas navegadas por mês. Cada brasileiro que usa a internet em casa passou em média 24 horas e 7 minutos conectado em abril. Depois do Brasil, os países em que mais tempo se navegou no mundo foram Reino Unido (23h07), Japão (22h53) e França (22h15).

O número de horas navegadas no Brasil em abril diminuiu em relação a março (26h15), mas aumentou na comparação com abril de 2008 (22h47).

Os sites de fotografia foram os que registraram maior aumento de audiência (11,7%) de março para abril, seguidos de páginas sobre jogos e loterias (10,7%). Na comparação com abril de 2008, os maiores incrementos ocorreram em sites sobre viagens e turismo (28%), entretenimento (16%) e comércio eletrônico (15%).

Yahoo!

A Microsoft confirmou a existência de seis versões diferentes do Windows 7. Isto é idêntico ao que foi feito com o Vista, embora você não verá o Windows 7 Home Basic nas prateleiras de venda. Também não vai contar com o Windows 7 Starter, dependendo do local onde mora e do hardware que estiver usando.
Ficou confuso? Então acompanhe a descrição dessas versões do Windows 7, por ordem de complexidade. E saiba também onde (e se ) estarão disponíveis e como instalar.

Windows 7 Starter
Falta:
Aprimoramento da função Aero; habilidade de executar mais de três programas simultaneamente; criações HomeGroup; capacidades completas de mobilidade.
Disponibilidade: Apenas para mercados emergentes, instalado em máquinas OEM específicas e limitada por certos tipos de hardware.

Windows 7 Home Basic
Falta: Aprimoramento da função Aero; previews em thumbnail; compartilhamento da conexão de internet.
Disponibilidade: Apenas mercados emergentes (nada de Estados Unidos, Europa ocidental, Japão e outros países desenvolvidos).

Windows 7 Home Premium
Inclui: Melhorias na função Aero; capacidade multitoque; funcionalidade de mídia para rodar filmes e gravar DVDs; habilidade de criar grupos de rede doméstica.
Disponibilidade: No mundo todo.

Windows 7 Professional
Inclui:
Melhorias nas funções de network; backup avançado; impressão inteligente; pastas offline; Mobility Center; Modo Apresentação.
Disponibilidade: No mundo todo.

Windows 7 Enterprise
Inclui:
Branch Cache; DirectAccess; BitLocker; AppLocker; boot a partir de suporte VHD.
Disponibilidade: Apenas licenças por volume.

Windows 7 Ultimate
Inclui:
Tudo. Todas as funções. Não é apenas uma porção de extras Ultimate a Microsoft captou a noção de add-ons para seus futuros sistemas operacionais.
Disponibilidade: Limitada.

O que escolher e como instalar
A Microsoft calcula que as versões Windows 7 Home Premium e Windows 7 Professional sejam as mais vendidas. A primeira visa os antigos usuários, enquanto a outra versão deve ser a escolhida por pequenas e médias empresas.

A Microsoft ainda não divulgou suas sugestões e recomendações oficiais quanto aos requisitos de hardware para cada versão, portanto fique atento. Porém, a empresa  alega que as várias edições do Windows 7 poderão ser executadas em uma vasta gama de hardwares, de netbooks a desktops para gamers.

A empresa também ainda está para anunciar os valores dos produtos Windows 7. Fazer upgrade a partir de uma versão inferior do Windows 7 para uma com mais variedades, será manuseado pelas funções de upgrade da Microsoft. Para mudar de uma versão do Vista para uma do Windows 7 não será necessário nenhum tipo de reformatação.

Ou seja, o novo sistema operacional pode ser instalado diretamente sobre uma edição do Vista sem complicações. Porém, migrar do XP para o Windows 7 requererá uma instalação mais detalhada, visto que irá pular de uma versão de 32-bit para uma de 64-bit.

Yahoo!

Publicado por: dudesigner | Junho 1, 2009

Oito motivos para que seu próximo computador seja um Mac.

Você jamais me verá escrevendo algo que aponte para uma supremacia dos Macs ainda mais porque os dois últimos computadores que eu comprei eram notebooks com Windows e acabo de escrever outro artigo intitulado Oito motivos para que seu próximo computador seja um PC . Apesar disso, sempre que a pergunta Mac ou PC? me é feita, apresento uma série de argumentos em favor da plataforma da Apple.
Abaixo, você encontrará oito delas, listadas de acordo com o impacto positivo que elas acarretam na experiência diária do usuário de computação.

1. Macs são consistentes.
O Windows Vista é um software que me faz lembrar a legendária e inexplicável Winchester Mistery House um lugar repleto de corredores sem fim, uma quantidade absurda de quartos interconectados por escadas e passagens secretas. Toda vez que a Microsoft resolve redecorar seu sistema operacional, processo também conhecido por upgrade, parte das coisas é movida de lugar sem um motivo aparente. A interface lógica e minimalista do OS X traz apenas umas poucas coisas que devem ser aprendidas ou reaprendidas. Em resumo, a Apple bagunça menos as coisas quando decide apresentar um novo release do sistema operacional, como vimos no Leopard. Motivo: é mais fácil fazer o que se deseja

2. O prazer de previsibilidade.
Qualquer um que já tenha passado por uma experiência conhecida como Pânico do Kernel sabe que os Macs não são à prova de bala. Mas depois de permanecer logado por milhares de horas tanto em PCs com Windows (provenientes de diversos fabricantes) e em Macs me convenci de que, na media, os Macs são menos sujeitos a problemas dos que os PCs. Minha experiência mostrou que os Macs dão menos pau, sofrem menos de lentidões inexplicáveis, lidam melhor com pouca quantidade de memória e são mais rápidos tanto para ligar quando para desligar. E também mais confiáveis. Eu não sei exatamente o porquê de tudo isso, mas é possível supor que seja decorrente do fato de a Apple desenvolver seu próprio sistema operacional e projetar seu próprio hardware.

3. Quem precisa ter dor de cabeça com problemas de segurança?
Se os caras maus da web tivessem decidido focar no OS X com a mesma intensidade que atacam o Windows há anos, é provável que o free hide dos fãs de Macs já teria acabado. Mas, por enquanto, este é um fato consumado: um dono de um Mac que não utiliza qualquer aplicação de segurança corre menos risco de ser infectado por um spyware ou vírus do que um usuário de Windows que proteja seu PC de forma obsessiva. Na semana passada, dois colegas que usam PC com Windows foram vítimas de ataques. E, até hoje, nunca ouvi uma história real de um amigo do mundo Mac que tenha visto sua segurança ser vencida.

4. Sem anexos desnecessários.
O Windows é um sistema operacional infinitamente melhor quando não vem entupido dos aplicativos demo e outros software indesejados que uma boa parcela dos fabricantes enfiam no menu Iniciar, no desktop e na bandeja do sistema. Você não vê nada disso em um Mac. Também não verá os irritantes balões de diálogo que surgem na bandeja do sistema e não precisa fazer a ativação do OS X ou mesmo terá de lidar com Controle de Conta de Usuários (UAC). E enquanto alguns fabricantes algumas vezes decidem corrigir coisas no Windows que não apresentavam problema como o utilitário de Wi-Fi que a Lenovo grudou no Windows Vista , a Apple escreveu primeiro o OS X. Não há como bagunçar o sistema operacional.

5. Detalhes contam.
É possível comprar um PC com Windows que se equipare a um Mac em termos de velocidade de CPU, quantidade de memória RAM, espaço em disco e outras especificações por muito menos dinheiro. Mas você não terá uma fonte de alimentação que permite enrolar confortavelmente o cabo de força para transportar, nem um conector MagSafe que não fará seu notebook sair voando caso alguém tropece no cabo de força. Você também não terá um touchpad maior que aceita toques multitouch para auxiliar na navegação, seja na web ou em seus documentos. E ele será provavelmente mais pesado quando comparado a um Mac. E da próxima vez que eu encontrar um executivo da Microsoft que vier com essa história de taxa da Apple, perguntarei a ele que modelo de carro ele tem e se ele o escolheu com bancos de tecido e vidros manuais ou se preferiu optar por alguns confortos.

6. A Apple é uma das melhores empresas de software do mundo.
Esqueça todos os Macs, iPod e iPhones por um momento. Os aplicativos da Apple são úteis, divertidos, inovadores desde a suíte iLife (cuja presença em todo novo Mac já um argumento e tanto para escolher tal plataforma) a ferramentas mais robustas, como o Final Cut pro. Muitos rodam apenas no OS X (as versões para Windows do iTunes, Safari e QuickTime funcionam, mas a Apple faz com ele funcionem ainda melhor em seu próprio sistema operacional e hardware).

7. Suporte técnico que impressiona.
Compre um Mac e você estará qualificado para receber suporte técnico pessoal gratuito fornecido por um representante atencioso em qualquer Apple Store (infelizmente, não disponível no Brasil), chamado Genius Bar. O atendente possui profundo conhecimento do seu sistema e será capaz de fazer coisas como reinstalar o sistema operacional e trocar teclas quebradas. A Microsoft tem planos de treinar gurus em Windows para oferecer um atendimento ao cliente semelhante nas revendas. Mas é pouco provável que consiga fazer algo semelhante ao Genius Bar simplesmente porque há muitos modelos de PCs fabricados por um número enorme de empresas e rodando uma ampla variedade de versões do Windows e é impossível para qualquer pessoa ser um expert em tudo.

8. Macs também são PCs.
O que quero dizer com isso é que a função Boot Camp do Leopard e melhor ainda se usar o Parallels Desktop ou o Fusion permitem rodar o Windows e aplicativos Windows em um Mac. Isso pode ser muito importante quando não há versão disponível para OS X do aplicativo. Mas é preciso ter em mente que, ao instalar o Windows, você estará abrindo um brecha na segurança do seu Mac. E você, que já tem um Mac, que outra razão daria para estimular alguém a comprar um também? Deixe seu comentário e compartilhe sua idéia com outros leitores.

Yahoo!

Publicado por: dudesigner | Maio 7, 2009

Padronização e “Por que nunca pensam no usuário?”

O custo que a empresa tem com o software instalado provavelmente é alto, o custo de manutenção do site, provavelmente, também não é baixo não, e por que não integrar os dois em um só? Fazer um sistema online que gerencie tudo e não deixe mais o usuário perdido tentando instalar o software?

Ao decidir passar para o meio mais fácil, o online, aí que surge o problema:

Por que as empresas adoram dificultar as coisas quando estão online?
Aqui na empresa que estou eles trabalham com financeiras, e elas utilizam sistemas online, o que facilitaria a vida do pessoal de informática, porém algumas inventam tanta coisa que simplesmente não funciona o site.
Com essa moda da Web 2.0, muitas empresas acham que utilizando tecnologia de ponta (AJAX, SAJAX, e etc jax) estarão com um grande diferencial competitivo, o que é muito errado, pois tecnologia, sendo de ponta ou não, tem que funcionar, se não funcionar não adianta nada ter um sistema inteiro feito em AJAX, com java no backend, um servidor com o último kernel do linux compilado, a última versão do apache, um AMD 64 e simplesmente não funcionar, é dinheiro jogado fora!

Algumas financeiras inventam tanto na hora de tentar garantir a segurança que fica impossível utilizar o site, tem que instalar certificado, Java Machine, digitar a senha (alfanumérica com caracteres maiúsculos, minúsculos, underline, números e símbolos), e ainda dar três pulos, gritar o nome do site em voz alta na afinação em Mi, e rezar para algum santo para funcionar, pois muitas ainda têm erros de programação/estrutura que ainda não foram resolvidos, e o usuário acaba achando que o erro foi dele, e não do site.

Segurança é sempre bem vinda, porém não tente fazer o usuário decorar uma senha de 32 caracteres alfanuméricos, além dele não decorar ele simplesmente vai escrever em algum lugar, acabando com qualquer idéia de segurança que tenham inventado para manter o site “intocado”.

A minha sugestão é,
Cuidem da estrutura: de nada adianta um site perfeito se o link ou o servidor não aguentam a quantidade de usuários.
Usabilidade é útil: Façam testes de usabilidade, leiam sobre usabilidade, façam o usuário se sentir bem dentro do site, não o deixem perdido!
Tecnologia não funcional não serve: Tecnologia não é tudo, o sistema tem que funcionar, não importa se está programado em Java, C#, ASP, ASP.NET, AJAX ou qualquer outra linguagem, se ele apresentar erros freqüentes simplesmente não presta!
Segurança tem que ser inteligente, e não complicada: A segurança não pode impossibilitar o uso do sistema, de nada adianta ter um sistema ultra seguro se ninguém consegue acessá-lo, e não adianta o sistema forçar o usuário a lembrar senhas gigantescas, complicadas e que provavelmente ele nunca irá decorar, e sim escrever em algum papel que ficará dentro de uma agenda ou de uma gaveta a disposição de quem estiver com má intenção.
Utilize padrões: Padrões são criados para facilitar a vida das pessoas, se o site da empresa utiliza padrões internacionalmente reconhecidos ela está fazendo a sua parte e ajudando outros a fazerem a parte deles (desenvolvedores de browsers, por exemplo).

Resumindo: Façam sistemas seguindo padrões mundiais/internacionais, pensem no usuário e façam um sistema com uma boa navegabilidade, uma usabilidade intuitiva, utilize a tecnologia para resolver problemas, e não criar mais problemas, não tente criar um sistema de segurança que ninguém conseguirá utilizar, e sim um que agrida menos o usuário (não estou falando para não investir em segurança, e sim pensar melhor em todos os aspectos da segurança), coloquem no ar sistemas que foram exaustivamente testados (nenhum sistema é a prova de falhas, mas quanto mais se minimiza as falhas melhor para todos), e tenham estrutura para aguentar a demanda de serviços do seu sistema e se possível dêem a possibilidade do usuário sempre dar um feedback do sistema, pois assim as mudanças são feitas de forma cooperativa.

OBS: Sei que falei o que todos já sabem, mas não adianta saber, tem que fazer!

Publicado por: dudesigner | Abril 6, 2009

Quer dar adeus ao IE? Veja dicas.

FireFox vs IE

FireFox vs IE

Existe quem ame e quem odeie o Internet Explorer. Mas, certamente, não há quem goste de viver sem opção. Por isso, preparamos uma lista de navegadores alternativos para quem quer deixar de usar o browser da Microsoft.

Lembre-se de que deixar de usar não significa excluir o IE. Aliás, esta opção não é recomendada pela fabricante (e nem por quem já tentou faze-lo). “Como o Internet Explorer faz parte do Windows, eles funcionam de forma integrada”, explica Priscyla Alves, gerente-geral da divisão de Windows Consumer da Microsoft Brasil.

Uma alternativa é tentar excluir o Internet Explorer pelo caminho normal (o “Instalar e remover programas”, do painel de controle). Neste caso, você irá apenas apagar os atalhos e ficar com a sensação de que o programar se foi – o que até pode ser uma boa ideia se você realmente não quiser mais usá-lo.

De qualquer forma, não é preciso sumir com um aplicativo para experimentar seus concorrentes, certo? Por isso, abaixo segue uma breve lista de navegadores alternativos (mas cada vez mais populares) que podem substituir o Internet Explorer. Veja a seleção e escolha o seu:

1- Mozilla Firefox – O projeto deste navegador baseado nos conceitos do software livre começou em 2002, mas só em 2004 ele passou a ser conhecido pelo nome atual. Criado de forma colaborativa por desenvolvedores espalhados pelo mundo, o aplicativo da Fundação Mozilla começou a se destacar devido à possibilidade de se acrescentar extensões ao programa principal, conseguindo novas funcionalidades. É, hoje, o principal concorrente do Internet Explorer e já possui cerca de 22% do mercado de navegadores. Pode ser baixado gratuitamente no site da br.mozdev.org
2- Google Chrome – Apesar do pouco mais de 1% de participação entre os navegadores, o Chrome merece destaque por seu sobrenome de peso. O browser foi lançado no final de 2008 em versão beta para Windows e só recentemente passou à sua primeira versão definitiva. Apesar de muito leve e de trazer funções novas e interessantes, o navegador ainda tem vários bugs e não é compatível com muitas páginas. Baixe gratuitamente no site oficial.

3- Opera – Criado pela empresa estatal de telecom norueguesa Telenor em 1994, hoje é um aplicativo desenvolvido pela Opera Software. Conhecido por suas constantes inovações, traz a maior parte dos recursos oferecidos pelos demais navegadores. Existem versões para PDAs, smartphones e videogames. Pode ser baixado gratuitamente no site oficial.

4- Safari – Desenvolvido pela Apple, o Safari é o navegador padrão do Mac OS e detém cerca de 8% do mercado mundial de browsers. Desde 2007, existem versões do software para ser usado também no Windows, porém, há a necessidade de se utilizar plug-ins para que todas as funções operem corretamente. No site da Apple é possível baixá-lo de graça.

Espero ter ajudado.

Publicado por: dudesigner | Abril 6, 2009

Ah, se eu tivesse um investidor

Tenho participado de muitos papos sobre empreendedorismo – como sempre – e uma das discussões que aparece com enorme reincidência é a coisa do investidor, um bicho estranho, mais raro que algumas espécies em extinção aqui no Brasil e estigmatizado de tudo o que é jeito por aí.

Penso que vale algumas reflexões sobre o assunto:
1. Ter de um lado alguém com dinheiro que possa ajudar e, de outro, alguém com um bom projeto, é uma oportunidade muito interessante. Muito interessante mesmo. Eu tive e tenho investidores.

2. Conflitos sempre existirão, claro. Mas prevalecendo a conversa aberta e franca, até mesmo sobre os objetivos mais macros, quase filosóficos, a relação é totalmente ganha-ganha. Não é paraíso, isso não existe.

3. Achar que os problemas que acontecem por aí sejam sinais de que assim não seja, é o mesmo que achar que sociedade não presta porque um amigo brigou com o sócio. Algumas sociedades podem não prestar, mas outras dão certo. Investidor/empreendedor é a mesma coisa.

4. Todo mundo tem que ter um investidor? Claro que não. Muitos negócios não precisam de investidor e podem ser viabilizados sem eles. E muitos empreendedores não acharão um investidor e terão que se virar sem eles.

5. Todo Business Plan (BP) deve ser feito para um investidor? Nunca, o BP tem que ser feito como um guia para você mesmo e nunca para alguém de fora. Quanto mais real ele for, mais um investidor vai acreditar nele.

6. Tem gente demais desenhando empresas e montando BPs só pensando em investidor? Sim. Como investidor no Brasil é coisa rara, acaba tendo gente demais com projetos e planos e sem o investidor, ou seja, sem projeto nem empresa. Pense seu negócio com e sem investidor. Muitas vezes dá pra começar pequeno, dar os primeiros passos e com o negócio já andando, achar o investidor… ou descobrir que nem precisa dele.

7. Tem investidor por aí esperando seu projeto? Não. O Brasil tem ainda muito poucos investidores, uma grande parte deles organizados para negócios maiores e o entendimento do que é um investidor anjo (Angel investor) é ainda muito novo.

8. Tem muito mais gente que investe em negócios no Brasil do que a quantidade dos que se intitulam “investidores”.

9. Investidor não é Papai Noel que veio te dar um presentinho e fazer o seu sonho acontecer. Ele veio I-N-V-E-S-T-I-R no seu negócio, portanto espera resultados, crescimento, oportunidades.

10. O investidor quer SIM ganhar dinheiro com você. Se você tem um negócio só pelo prazer ou pela realização do mesmo, cuidado. Talvez seja melhor não ter um investidor, pois os conflitos serão enormes.

11. Investidor é de Vênus e empreendedor é de Marte, ou vice-versa? Não. Logicamente que você empreendedor tem que tocar o negócio e ele financiará o mesmo, o que os coloca em posições diferentes. Porém, não antagônicas. Ambos querem o sucesso do negócio. Se há conflitos demais é por que não alinhamento do projeto, dos resultados ou até mesmo das pessoas.

12. Tem muita gente que não montou negócio porque não achou um investidor para aquele pedaço de papel ele ou ela chama de Business Plan.

13. Se você vai buscar um investidor, esteja seguro que a sua resposta para a pergunta a seguir seja SIM. “Você investiu (investiria) seu próprio dinheiro no negócio?” Se lá no fundo você pensar (mesmo que não diga abertamente) um “eu? Nem a pau, tem risco demais, vou deixar meu dinheirinho guardado…” é muito pouco provável que você NÃO arrume um investidor.

14. Por fim, não deixe que a falta de um investidor vire uma boa desculpa para você não montar o seu negócio. Eles são poucos, é difícil achá-los. Tem projeto demais por aí disputando o espaço e o capital, tudo verdade. Mas isso não significa que você não possa montar sem dinheiro (ou com seu próprio ou de sócios), ou achar um investidor que nem parece investidor, ou ainda encontrar outras formas de financiar seu negócio (clientes, por exemplo) e viabilizar seu sonho.

Uma parcela enorme desses “não empreendedores por falta de investidor” não são empreendedores, são apenas oportunistas. Jogaram uma isca e estavam tentando pescar qualquer coisa. Muitos deles sem sequer sair da zona de conforto de seus empregos.

Os verdadeiros empreendedores, em todos os tempos e em todos os lugares, sempre realizaram coisas improváveis (pra não dizer impossíveis) e não foi a falta de um investidor quando tudo era só um pedaço papel, ou de guardanapo de um bar, que impediu que grandes negócios nascessem.

Bons negócios a você, com ou sem investidor!
Bob Wollheim

Fonte: www.wnews.uol.com.br

Publicado por: dudesigner | Abril 6, 2009

Mozilla anuncia desenvolvimento de Firefox 3.6

Enquanto o uso das várias versões do Internet Explorer estão numa curva descendente há pelo menos dois anos, seus maiores rivais no segmento dos navegadores – Firefox e Safari – continuam ganhando usuários. Em abril de 2007, o IE6 e o IE7 tinha, juntos, 78,28% do mercado dos browsers, enquanto o Firefox não passava de 15,49%. No último mês de março, os IE havia caído para 66,82% – um número de respeito, mas 12% menos que há 24 meses – enquanto o navegador da raposa havia subido para 22,05%. No período, o Safari, da Apple, passou a ser disponível em computadores com Windows e quase dobrou sua participação, passando de 4,61% para 8,23%. De olho na concorrência, a fundação Mozilla divulgou seus planos para o desenvolvimento sucessor do ainda não lançado (oficialmente) Firefox 3.5. Chamado de Projeto Namoroka, a nova versão inicialmente seria identificada pelo número 3.6, mas a denominação foi mudada para Firefox.next talvez para evitar uma eventual mudança de planos como aconteceu com o 3.5, que no começo era conhecido como 3.1. As metas do desenvolvimento são um exemplo da arte de chover no molhado: deixar o programa mais rápido, seguro, simples, rápido de usar e mais integrado com os sistemas operacionais. Ou seja, para conhecer as novidades “de verdade”, só esperando por seu lançamento, que deve acontecer ano que vem.

Publicado por: dudesigner | Março 11, 2009

Exercite a mente com a internet

As buscas na internet podem fortalecer o cérebro de adultos e idosos à medida que envelhecem, evitando que a atividade desacelere e diminua, segundo um estudo da Universidade da Califórnia (Ucla), nos Estados Unidos, dirigido pelo pesquisador Gary Small.

Os cientistas descobriram que idosos e adultos de meia idade que navegam pela internet e buscam informação na rede ativam importantes centros de seu cérebro.Segundo Small, o autor principal do trabalho, “as buscas na internet são uma complexa atividade cerebral”, que pode ser muito benéfica.

A pesquisa teve a participação de 24 voluntários com funções neurológicas normais de 55 a 76 anos, e com situações semelhantes quanto a aspectos como idade, nível educacional e gênero, e que foram divididos em dois grupos. A metade dessas pessoas já tinha experimentado fazer buscas na internet e os outros não tinham experiência nesse assunto.

Os participantes realizaram buscas na web e tarefas de leitura de livros, enquanto eram submetidos a exames que obtinham imagens de ressonância magnética funcional (IRMf).Este tipo de exame registra mudanças sutis no circuito cerebral durante as atividades realizadas por uma pessoa e permite acompanhar a intensidade das respostas celulares no cérebro, ao medir o nível de fluxo cerebral durante as tarefas cognitivas.

Todos os que participaram do estudo mostraram uma atividade cerebral significativa durante a leitura, mostrando o uso de regiões que controlam a linguagem, a leitura, a memória e as habilidades visuais, que estão localizadas nas áreas temporal, parietal, occipital e outras regiões do cérebro.

No entanto, as buscas na internet revelaram uma grande diferença entre os dois grupos. Todos os participantes mostraram a mesma atividade cerebral durante as tarefas de leitura de livros, mas aqueles com experiência na web também registraram atividade nas áreas frontal, temporal e cingulada do cérebro, que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.“Nossa descoberta mais surpreendente foi que a busca na internet parece envolver uma maior extensão do circuito neural que não é ativada durante a leitura, mas só naqueles com experiência anterior na internet”, afirma Small.

Durante as buscas pela internet, os voluntários com experiência anterior registraram um aumento duas vezes maior na ativação cerebral em comparação a aqueles com pouca ou nenhuma experiência de navegação pela rede.

Comparando com a leitura simples, o mundo de alternativas oferecido pela internet requer que as pessoas utilizem mais regiões do cérebro quando “navegam” na web.

Os pesquisadores da Ucla descobriram que navegar e buscar informação com tecnologias informatizadas faz bem porque:

     

  • As buscas na web envolvem uma extensão do circuito neural maior que a ativada durante a leitura. 
  • A ativação cerebral aumenta e é maior à medida em que a pessoa tem mais experiência navegando pela rede. 
  • Decidir que link escolher para conseguir mais informações envolve importantes circuitos cognitivos. 
  • Ativa os principais centros do cérebro que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo. 
  • Por ser uma atividade complexa, pode ajudar a exercitar, estimular e melhorar o funcionamento cerebral.

Fonte: Yahoo! Notícias

Publicado por: dudesigner | Março 6, 2009

Tutorial Básico PHP (Aprendendo PHP)

Introdução ao PHP
O PHP (um acrônimo recursivo para “PHP: Hypertext Preprocessor”) é uma linguagem de programação dinâmica para produção de websites. Para quem não conhece linguagens de programação, PHP pode ser um pouco difícil no começo, como toda linguagem. O PHP é uma linguagem orientada a objeto, com a sintaxe parecida com a do C, só que muito mais simples e prática.

Entende-se por uma página dinâmica, toda a página que é gerada quando existe um pedido no servidor. Ou seja, a página que chega ao utilizador não existe “escrita” no servidor. Existem sim os conteúdos, que serão depois colocados nos respectivos locais, na página, consoante os pedidos. O melhor exemplo de um site dinâmico, é um motor de pesquisa. É impossível armazenar todas as combinações de páginas que surgem, quando fazemos diversas pesquisas. Isto quer dizer, que as paginas não existem, elas são “geradas” com informações que estão em bases de dados.

Tudo o que sai do código PHP (output), usa HTML. Logo é fundamental ter conhecimentos de HTML.

Para poder executar os scripts feitos em php é preciso ter um servidor PHP, qualquer servidor de hospedagem tem esse recurso, mas o ideia é ter um servidor no seu pc para tornar mais rapido e facil os testes, por isso veja aqui como instalar o PHP no Windows.

Entendendo o Codigo
Para criar e editar scripts em PHP podemos utilizar qualquer editor Html, ou até mesmo o bloco de notas. O ideal é usar editores que diferenciem o código utilizando cores, como o Notepad++ ou pode usar o PHP Editor e até mesmo o próprio Dreamweaver da Adobe.

Sempre devemos salvar os scripts com extensão “.php”.

Um script PHP pode conter ou não tags HTML, essas tags não são processadas pelo servidor, são simplesmente passadas ao solicitante. Normalmente utiliza-se HTML para fazer o layout.

Para o servidor saber que o conteudo é em PHP e processa-lo usamos os segintes sinalizadores:

<?
Código php…
?>
ou
<?php
Código php…
?>

Aguarde mais algumas informações sobre o PHP…

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